Sesc Av Paulista | 17 (20h30) e 18/10 (18h30)
Duração: 25 a 30 minutos | classificação livre – Entrada gratuita

Um esboço, um rascunho de uma saída. Preso entre tralhas de uma mudança que não tem fim, ensaio rotas de fuga do tempo do sonho do circo… Rabisco um começo ̶i̶n̶e̶s̶p̶e̶r̶a̶d̶o̶ sonolento do meio do caminho mesmo. Dessa estrada sempre reta. Dessa escada sempre alta demais. Enjôo, sono, vertigem: ninguém vai passar a limpo esse texto: já não sei qual é a versão final.
O espetáculo acontece logo em seguida de SOTURNO, de Wilson Guilherme com intervalo de 30 minutos.
TEO CIRENZA é Artista do corpo e da palavra. Passeia entre a dança, o circo e a poesia. Foi bailarino do Grupo Andanças e Grupo Jovem de Dança da EDA (Escola de Desenvolvimento Artístico), ambos sob a direção e provocação de Luciana Romani. Desde 2022 integra o Teatro da Matilha como performer, tendo realizado os espetáculos “Rito qualquer para qualquer coisa”, “Foda-se eu” e “Nada nos acontece” sob a direção de Tadzio Veiga. Pesquisa encontros entre a dança e os malabares e tem como principal objeto o bambolê. Circula em variétés e festivais com números e oficinas. Gosta de improvisar.
FICHA TÉCNICA
Intérprete, Direção, Coreogragfia e Figurino: Teo Cirenza
Trilha Sonora: Leo Monteiro
Operador de Som: Cella Azevedo
Iluminação: Letícia Trovijo
Cenário, adereços e mapping: Victor Tomitsuka
Produção: Artur Faleiros
Provocação cênica: Luciana Romani, Evandro Hegel, Lui Castanho
